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Leituras em CONEXÃO - Dia dos Povos Indígenas

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O povo indígena é uma parte importante na formação da cultura brasileira. A sua influência aparece nos costumes, na língua, na alimentação e na própria mistura étnica do povo desse imenso país. O Dia do Indígena, celebrado em 19 de abril, foi determinado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto nº 5540 de 1943, em resposta ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado em 1940, no México. Data que remete a uma profunda reflexão sobre a importância do respeito aos povos indígenas e sua sociedade, da preservação de sua cultura e da manutenção de suas terras.

A comemoração desse dia faz homenagem a uma ampla diversidade de povos que tiveram um papel fundamental na formação cultural e étnica da população brasileira. Nesta data devemos primordialmente salientar e enxergar o indígena como cidadão que tem direito de determinar o seu próprio destino.
 
Para celebrar a importância do povo indígena para o Brasil e, para conhecer um pouco de sua cultura e tradições, confira dicas de leitura:
 
- Memórias das Palavras indígenas – Luís Donisete Benzi Grupione – Editora Global.
Esta obra apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário. São palavras que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares e os alimentos sem nos darmos conta de que as aprendemos com os índios. Também foram selecionadas algumas palavras de línguas indígenas menos conhecidas, que é para mostrar toda sua diversidade e riqueza.
 
- Contos dos Curumins Guaranis – Jeguaká Mirim e Tupã Mirin – Editora FTD
Esta obra apresenta oito histórias inventadas por dois curumins guranis, Jeguaká Mirim e Tupã Mirin. Eles moram na aldeia Krukutu, na cidade de São Paulo, e suas histórias revelam um pouco do nhandereko (modo de vida) do povo guarani.
 
- Tutu o Menino Índio – Toni Brandão - Editora Global
A narrativa criada por Toni Brandão conta a trajetória de vida de um menino indígena – um personagem bem humorado e divertido. Um índio tutu. Segundo o autor, na Amazônia já existiram mais de seis milhões de índios, divididos em muitos povos, com hábitos e histórias bem diferentes uns dos outros. Além desses povos que realmente existiram, há muitas lendas sobre outros que ninguém sabe se realmente chegaram a existir. Uma dessas lendas é a dos índios tutu. A narrativa, em tom de aventura, tão bem tecida pelo autor, vai contar sobre um tutu. Desta vez nasceu um tutu diferente! Na primeira festa, depois de ser pintado com urucum e ganhar o nome secreto, ele não ganhou “nome de chamar”. Só a palavra Tutu. E isso era muito estranho!
 
- Histórias de índio – Daniel Munduruku. Editora Companhia das Letrinhas
Na primeira parte esse livro traz um conto da cultura munduruku. "O menino que não sabia sonhar" fala de Kaxi, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de o pajé tê-lo escolhido como seu sucessor. Para ser iniciado nos segredos da pajelança, o pajé lhe ensina que é preciso sonhar, pois nos sonhos residem os grandes mistérios da vida. Aqui, talvez pela primeira vez no Brasil, a cultura indígena é apresentada do ponto de vista de um dos seus integrantes. Em seguida, o autor relata com bom humor suas experiências no "mundo dos brancos" e comenta a situação dos povos indígenas no Brasil. A edição inclui desenhos de crianças indígenas e fotos de aldeias mundurukus.
 
- Arte Indígena: Do Pré-colonial à Contemporaneidade. Percival Tirapeli. Editora Companhia Nacional
A obra retoma desde a arte rupestre até a representação indígena nos tempos atuais. Passa pela arqueologia, pelos séculos 16 e 18 e por Lygia Pape com seu Manto Tupinambá. Dá ênfase às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, onde foram marcantes as presenças do índio e de ancestrais americanos.

- Aventuras do Menino Kauã – Elias Yaguakãg – Editora FTD
Conheça a história de Kawã, um menino do povo indígena Maraguá que vive na aldeia Yãbetué’y, às margens do rio Abacaxis, no Amazonas. Seu maior desejo é se tornar um mirixawa, ou seja, um caçador-mor. Para realizar esse desejo, ele precisará passar por três provas: caçar uma onça-pintada, uma cobra-grande e um gavião-real.
Além de conhecer mais sobre os costumes dos índios Maraguás, o leitor também confere uma série de palavras, grafismos do povo, entre outros regionalismos amazônicos.
 
- Câmera na Mão, o Guarani no Coração
Um grupo de adolescentes participa de um concurso de vídeo filmando o guarani, de José de Alencar. Para isso estudam a obra e a comparam com nossa atualidade. Um livro que proporciona um primeiro contato do jovem com essa grande obra, de uma forma bem acessível.
 

 

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