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Leituras em CONEXÃO - Dia Mundial do Livro

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23 de abril é lembrado como o “Dia Mundial do Livro e do Direito de autor”. Foi instituído em 1995 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), durante o XXVIII Congresso Geral, realizado em Paris, a fim de estimular a reflexão sobre a leitura, a indústria de livros e a propriedade intelectual. O dia foi escolhido em homenagem a Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Veja e o dramaturgo inglês William Shakespeare, importantes escritores da história que faleceram nesta data.

Parabenizamos escritores/as, editores/as, livreiros/as, bibliotecários/as e todos os/as profissionais do livro, além, é claro, dos/as leitores/as que mantem viva a arte da palavra escrita.

Para celebrar esse dia que busca promover o livro, a literatura, confira as dicas de leitura:

- Romeu e Julieta – Ruth Rocha – Editora Salamandra. Um reino colorido e cheio de flores, onde as coisas são separadas pelas cores. Tudo muito lindo para cheirar e ver, mas quem mora ali nem pode conhecer! Será que a cor das asas de Romeu e Julieta vai mesmo separar essas crianças-borboletas?

- O que cabe num livro? – Ilam Brenman – Editora Panda Books. Será que cabe um dinossauro num livro? E uma joaninha? Em O Que Cabe Num Livro?, o pequeno leitor vai descobrir que não há limites nas páginas desse objeto, que pode guardar tudo o que sua imaginação permitir!

- Nossos Livros - Peter Carnavas – Editora FTD. Ângelo e Lúcia amam livros. Possuem centenas deles, em todos os cantos de seu pequeno lar. Um dia, precisam se desfazer deles. A família logo percebe que, com a saída dos livros, tudo fica mais difícil e não podem viver sem eles. Nossos livros traz uma calorosa celebração da leitura e da maneira como os livros conseguem unir as pessoas.

- Era uma vez Dom Quixote – Miguel de Cervantes  - Editora Global. Há quatrocentos anos, quando Miguel de Cervantes publicou "Dom Quixote de La Mancha", certamente não poderia imaginar que tanto ele quanto seu personagem atravessariam séculos encantando leitores e mais leitores. A história nos apresenta um ingênuo senhor rural que adorava ler livros de cavalaria e acreditava, de verdade, nas aventuras escritas. Assim, decide tornar-se um cavaleiro andante e passa a viver como se estivesse na Idade Média. Esse clássico do escritor espanhol, com excelente adaptação de Agustín Sánchez Aguilar e tradução de Marina Colasanti, permite ao jovem leitor viajar pelo mundo da fantasia com o aventureiro cavaleiro, seu fiel escudeiro Sancho Pancha, seu cavalo Rocinante e sua amada, a princesa Dulcineia.

- Hamlet – William Shakespeare – Editora abril Cultural. William Shakespeare é tido como o maior escritor da língua inglesa e o mais influente dramaturgo do mundo. Dentre suas peças mais famosas está Hamlet. A repentina morte do rei deixa o príncipe Hamlet muito triste. O casamento da rainha viúva com o cunhado Cláudio desperta no jovem um profundo desejo de vingança, pois o espectro do pai lhe revela a terrível trama que está por trás de sua morte.

- O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupery - Nesta clássica história que marcou gerações de leitores em todo o mundo, um piloto cai com seu avião no deserto do Saara e encontra um pequeno príncipe, que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana.

- Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis – Editora FTD. Publicada em 1881, Machado de Assis inaugura o Realismo no Brasil com esta obra narrada de maneira irreverente e irônica por um "defunto autor" (e não um "autor defunto”). Brás Cubas decide narrar sua história e revisitar os fatos mais importantes de sua vida, a fim de se distrair na eternidade.

- 1984 – George Orwell – Editora Companhia das letras. Winston, herói de 1984, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceania não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro.

- Americanah – Chimamanda Ngozi Adiche – Companhia das Letras. Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo em que se destaca no meio acadêmico, ela depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero.

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